Cuando aquí estoy de nuevo
En medio de los campos tristes
Dónde siempre me escondí
El sol brillante en lo alto
Y ya no sé si aún existe
Todo lo que yo sentí
Mientras me quedo acá cerca
De mis compadres de guerra
Que hace tanto conocí
Me pregunto, ¿qué cambió?
Todos ellos estan muertos
Mientras viven por ahí
¿Pues soy yo el gran culpable?
A mí parecen todos muertos
Pero aún viven por aquí
Lucas Di Marco
sábado, 3 de setembro de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
O Taxista Sério
- Sério?
Uns segundos de silêncio se fizeram após a clara indagação. Ainda incrédulos, replicamos:
- Hã?
Mas o absurdo foi reposto pelo taxista:
- É sério?
Alerto-vos: esta é uma daquelas horas em que o ser humano mais sábio não sabe direito como agir. O que é que poderíamos tê-lo dito? Tudo; e cada opção poderia gerar uma reação diferente, como já dizia o velho "Tio Nilton". Exemplifiquemos:
- Não, não, to brincando. Me leva pra zona sul. --> taxista puxa uma faquinha nos assassina.
- Eu tenho cara de palhaço, mermão? --> taxista diz que sim, puxa um canivete e nos assassina.
- Não, não é sério - dançando com a cabeça -, o jovem no Brasil não quer levar a sério! --> taxista dança junto, puxa um baseado e ruma para a Restinga.
- Não... agora fica "gel" e me passa tudo que é um assalto. --> taxista puxa um revólver e nos assassina.
- PEGADINHA DO MALANDRO! --> taxista não ri, puxa um canivete e nos fura, sem matar.
- Sim, por que não seria?
Esta última foi dita pelo Pablo. De tantas opções, ele escolheu a mais amena. O taxista só resmungou, muito contrariado: "bah, Independência essa hora, tá louco...".
O frio falou mais alto e acabamos por não trocar de táxi. Foi quando passamos a imaginar as respostas acima com suas devidas consequências.
Assinar:
Postagens (Atom)